A distribuição de frequências pode ser representada graficamente, pois auxilia a sua visualização. As representações usuais são o histograma e a curva acumulativa.
O primeiro passo no estudo estatístico de uma variável aleatória consiste na obtenção da distribuição de frequências, ou seja, como os valores se encontram distribuídos dentro do intervalo de variação.
Nesta nova série, vamos falar sobre a análise estatística, que tem por objetivo sumariar a informação disponível. Esse texto é uma introdução, o qual será seguido por outros que completam o assunto.
Os teores de sondagens obtidos em mineralizações em veios ou depósitos estratiformes precisam ser compostos para a zona mineralizada. Nesse caso, os suportes não serão necessariamente iguais, pois a espessura pode variar de ponto a ponto.
Os artigos anteriores trataram da regularização de variáveis contínuas, por meio da média ponderada. Dando continuidade ao assunto, hoje falaremos das variáveis discretas, as quais também precisam de um tratamento prévio com o objetivo de deixar as observações com um suporte constante.
No artigo desta semana continuaremos com o assunto Regularização, enfatizando os casos das bancadas de furos inclinados com desvios.
Na estimativa de um depósito mineral, cuja lavra se dará pelo método tradicional de bancadas a céu aberto, as amostras devem ter um suporte comum igual à altura da bancada. Apesar das sondagens terem sido planejadas em uma malha regular e com amostragem em intervalos regulares, as amostras obtidas para os intervalos de-para não coincidem necessariamente com as bancadas projetadas.
A geoestatística teve uma grande aceitação ao proporcionar uma medida de incerteza associada à estimativa por krigagem ordinária, por meio da variância de krigagem. Esta aproximação foi utilizada há quase três décadas até a publicação de Journel e Rossi (1989). Nesta ocasião, os autores afirmaram que a variância de krigagem deveria ser empregada apenas como uma medida da configuração espacial dos pontos de dados considerados na estimativa de uma localização não amostrada.
Hoje falaremos do método de estimativa geoestatística mais utilizado atualmente: a Krigagem Ordinária. Este método é aceito como o melhor método de estimativa linear não enviesado e pode ser aplicado em diversos campos, como mineração, geotecnia, hidrogeologia, agricultura de precisão, recursos florestais etc.
Os principais métodos geoestatísticos de estimativa e simulação são baseados no modelo de correlação espacial descrito pela função variograma. Muitas vezes, os variogramas se apresentam com grandes flutuações, devido ao pequeno número de pares de pontos. Neste artigo, vamos mostrar como o empilhamento de dados pode diminuir tais flutuações e, dessa forma, facilitar o ajuste de um modelo teórico de variograma.




