Meus cursos

  • Suavização da Krigagem Ordinária

    Suavização da Krigagem Ordinária

    Krigagem é o nome genérico dado a uma família de estimadores baseados na minimização da variância do erro. Dentre eles, a krigagem ordinária é o mais popular devido à sua simplicidade de aplicação, bem como pela confiabilidade e exatidão de suas estimativas e, por isso, é o método padrão aceito na indústria mineral.

  • Continuidade geológica

    O que é a continuidade geológica? Continuidade geológica é a ocorrência física ou geométrica de feições geológicas que controlam a localização e disposição da mineralização (Sinclair e Blackwell, 2002, p. 59). King et al. (1982, p. 9) mostram graficamente a relação entre proporção de mineral de minério e continuidade geológica para alguns depósitos minerais (Figura…

  • Modelo geológico e avaliação de recursos minerais

    A avaliação de recursos minerais não pode ser um procedimento simplesmente matemático de cálculo de teores considerando uma massa homogênea de material geológico. Uma aplicação bem-sucedida da geologia tanto no desenvolvimento como na lavra de um depósito mineral deve proporcionar simples respostas quantificáveis de combinações geológicas complexas de tonelagens, teores, qualidade da rocha e características…

  • Declaração de Recursos e Reservas Minerais – Qualidade do Projeto – Parte 4

    O quarto e último artigo desta série apresenta a importância da qualidade da informação no processo de declaração de recursos e reservas minerais.

  • Declaração de Recursos e Reservas Minerais – Fundamentos e Competência – Parte 3

    As declarações são feitas pelas empresas que captam recursos em bolsas de valores de todo o mundo (TSX, ASX, NYSE, LSX) ou negociam seus prospectos e projetos minerais, utilizando as referências dos códigos internacionais, sendo os instrumentos mais conhecidos: JORC, NI 43-101, SAMREC, CRIRSCO. O Brasil já possui seu próprio instrumento desde 2015, o Guia…

  • Declaração de Recursos e Reservas Minerais – Parte 2

    As declarações são feitas pelas empresas que captam recursos em bolsas de valores de todo o mundo (TSX, ASX, NYSE, LSX) ou negociam seus prospectos e projetos minerais, utilizando as referências dos códigos internacionais, sendo os instrumentos mais conhecidos: JORC, NI 43-101, SAMREC, CRIRSCO. O Brasil já possui seu próprio instrumento desde 2015, o Guia…

  • Declaração de Recursos e Reservas Minerais – Parte 1

    Nesta série de artigos, em 3 partes, iremos tratar questões relacionadas às informações das declarações públicas de recursos e reservas minerais, feitas pelas empresas que captam recursos em bolsas de valores de todo o mundo (TSX, ASX, NYSE, LSX) ou negociam seus prospectos e projetos minerais, utilizando as referências dos códigos internacionais, sendo os instrumentos…

  • Inventário da Pesquisa Mineral – Parte 3

    Os testemunhos são analisados em intervalos denominados de-para ao longo do furo. É importante verificar se não há superposição de intervalos de-para na descrição do furo, bem como intervalo de-para ausente. A descrição deve contemplar o comprimento do furo. Assim, o último para deve ser igual à profundidade máxima do furo.

  • Sondagem na pesquisa mineral

    As sondagens constituem principal fonte de amostras, pois elas fornecem os testemunhos que serão submetidos às mais diversas análises químicas e físicas. Portanto, essa amostragem pressupõe que os dados resultantes são direta ou indiretamente representativos da área em que ela foi realizada (Roden e Smith, 2001, p. 73). Segundo esses autores, existem três elementos que…

  • Pesquisa Mineral: inventário

    O processo de estimativa de recursos minerais se baseia nos dados gerados durante a fase de exploração e pesquisa mineral. A indústria mineral coleta muitos dados, que proporcionam o melhor entendimento das variações locais, possibilitam estimativas mais robustas e tem influenciado historicamente o desenvolvimento de técnicas geoestatísticas (Rossi e Deutsch, 2014, p. 67). A qualidade…